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quarta-feira, 4 de novembro de 2020

domingo, 11 de março de 2018

AUTOPSY - PUNCTURING THE GROTESQUE (EP) (2017)

AUTOPSY
EUA
ESTILO : DEATH METAL

PEDIDO DO TATÁ

http://www.mediafire.com/file/id8tyt044i238ki/Autopsy_-_Puncturing_The_Grotesque_%282017%29.rar

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

domingo, 29 de novembro de 2015

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

AUTOPSY - ALL TOMORROWS FUNERALS (2012)

AUTOPSY
EUA
ESTILO : DEATH METAL

INDICAÇÃO DO PEDRÃO. DESTRUIDOR COMO SEMPRE!

quarta-feira, 2 de março de 2011

ENTREVISTA : AUTOPSY

P : Fale um pouco sobre a banda, na estrada por mais de 20 anos!

Danny: O quê você quer dizer com 20 anos? Puta merda, o Autopsy foi incrível. Brutal Heavy Death Fucking Metal. Bebendo cerveja inglesa, tocando em festas caseiras com muitas drogas e em clubes locais com Hexx e Sadus, quebrando hotéis europeus, aniquilando audiências, atacados por carrapatos no meio oeste, bongs feitos de neve, adoradores de satã, creme de barbear, cerveja alemã, strippers e muita maconha. Eu me lembro de nossa primeira viagem para a Europa. Quando chegamos a Amsterdam, depois de 18 horas de vôo, pedimos para que o motorista nos levasse ao coffee shop mais próximo. Ele insistiu que fossemos encontrar nosso contato. Mas para seu espanto nós o convencemos do contrário. Como uma banda nós temos nossas prioridades! De fato eu acredito que gastamos com maconha metade de nosso orçamento para o Severed (não digam isso para a Peaceville).

P :
O quê o levou a escutar Heavy Metal?

Chris: Eu sempe gravitei ao redor das bandas mais pesadas, desde minha infância. Com nove anos (1978) fiquei obcecado por bandas como Kiss, AC/DC, Aerosmith, Alice Cooper e depois Black Sabbath, Iron Maiden e depois ainda Slayer, Venom, Possessed. Ainda adoro todo esse material. Cale a boca e ligue o som.

P : O quê você fazia musicalmente antes do Autopsy?

Eric: Eu tocava numa banda de covers de Rush, Iron Maiden e Judas Priest, além de algumas composições originais. Tocamos em várias cervejadas durante alguns anos. Daí eu encontrei Chuck Schuldiner e Chris (Reifert) através de Steve DiGiorgio do Sadus, quando Chuck voltou para a Flórida eu e Chris formamos o Autopsy.
Chris: Eu comecei a tocar bateria em 1981 (graças a meus pais). Eu e um amigo tínhamos uma banda de Thrash Metal, por volta de 1983, chamada Guillotine. Depois eu toquei numa banda de Thrash/Death chamada Burnt Offering em 1985. Gravamos duas demos e tocamos com The Accused antes das pessoas saberem quem eram eles. Foi demais. Toquei no Death durante 1986 e 87 e depois de sair participei de uma banda de thrash/death/hardcore chamada Desecration. Naquela época tudo parecia se mover em câmera lenta, agora tudo se tornou um pouco nebuloso.

P :
De quê você se lembra quando a banda estava sendo formada?

Chris: Logo depois que saí do Death eu havia sido apresentado ao Eric pelo Steve do Sadus. Eric morava perto de casa e tocava guitarra muito bem. Foi uma química natural, concebida para corroer ouvidos, mentes e almas. Começamos em agosto de 1987 com Eric Eigard no baixo, ele ficou até nossa primeira demo-tape. Depois disso vimos vários baixistas entrarem e saírem. Estávamos determinados a manter o peso rolando, então mantivemos nosso curso.

P : De onde veio o nome da banda?

Chris: Estávamos dando duro para encontrar um nome, mas tudo soava fraco até que nos deparamos nos jornais com a notícia sobre o espancamento até a morte, com um cano de ferro, do manager do Bloodbath. Quando chegou a parte da autópsia esse nome se destacou.

P : O quê você estava ouvindo naquela época?

Chris: Escutávamos qualquer coisa que desse um nó em nossos cérebros. Só para mencionar alguns: Black Sabbath, Robin Trower, a demo do Terrorizer, Pentagram, Genocide (pre-Repulsion), a demo ensaio do Necrovore, Death, Trouble, a demo do Bloodbath, Cream, Saint Vitus, Mahogany Rush, Candlemass, Witchfynder General, Slayer, Alice Cooper, Frank Zappa...

P :
Vocês tiveram alguma influência de filmes de terror?

Chris: Filmes de terror eram como alimento para o Autopsy. Éramos obcecados por cabeças voando, sangue, membros, globos oculares, quanto mais melhor. Estávamos sempre assistindo Hellraiser, Rawhead Rex, Truth or Dare (não o filme da Madona, é claro), Sexta feira 13 parte VI.

P :
O quê havia que fazia Quincy detonar daquela maneira?

(Essa é uma pergunta bem local, Quincy foi um personagem, interpretado por Jack Klugman, de um seriado americano chamado “Quincy, ME” de Medical Examiner, pelo jeito ele solucionava uns crimes no melhor estilo seriadão)

Chris: Eric e eu éramos grandes fãs de Quincy. Ele solucionava os crimes e pegava as garotas embora ele fosse apenas o velho e feioso Jack Klugman. E isso conta pontos. Mais ainda não podemos esquecer suas aparições em Twilight Zone e Oscar Madison.

P : Como era a cena na Bay Area naquela época?

Chris: Nós éramos a banda anti Bay Area. Não conseguíamos nos relacionar com o metal técnico que estava rolando por lá. Havia boas bandas mas também muito lixo. Nós cultuávamos o terror.

P :
Como eram os ensaios antigamente?

Chris: Quando quer que nossos pais saiam da cidade ou que alguém desse uma festa era nossa chance de ensaiar. Não tínhamos estúdio para ensaiar então íamos onde podíamos. Os antigos ensaios eram rápidos, brutais e nós festejávamos como os espectros dementes que éramos.

P :
Como Danny Coralles entrou na banda?

Eric: Como Danny Coralles entrou na banda? Ele tinha muita erva. Não, na realidade Autopsy venceu o Bloodbath num jogo de canball (jogo em que dois times tentam encaçapar uma bola em cestos colocados em lados opostos de um campo). O vencedor levaria Danny e o perdedor o gato morto. Don Chandler era nossa conexão com Danny. Don estava nos primeiros ensaios do Autopsy e era um grande amigo. Meu irmão mais velho, Don, saia com Don (Chandler) e Danny. Eu fui para a escola com o irmão de Don. Don era fanático pelo Autopsy e infernizou Danny para que ele entrasse na banda. Danny tocava no Bloodbath naquela época, mas as coisas começaram a desmantelar e então Danny concordou em vir para um ensaio. Ele aprendeu as músicas rapidamente. Chris não sabia que Danny conhecia as músicas e disse para ele baixar o volume até que as conhecesse. E Danny, “Foda-se, escute isso”. Partimos daí e gravamos a demo Critical Madness. Infelizmente Don morreu num acidente de carro, antes que tudo se materializasse. R.I.P. Don.

Chris: Yeah, Don era o cara. Ele foi essencial para a entrada de Danny na banda e foi a primeiro a apoiar o Autopsy. Estamos re-dedicando o Severed Survival a ele. Ele estava presente quando estávamos fazendo o álbum, mas não viu seu lançamento. O tempo passa, mas algumas pessoas irão ficar sempre em sua mente, de maneira intensa.

Danny: Don Chandler foi a razão pela qual eu entrei no Autopsy. No início mostrei pouco interesse, eu estava bem feliz tocando em festas punk em casas abandonadas em Oakland com o Bloodbath. Quero dizer, com todo aquele crack, bebendo St Ides e jogos de can ball quem poderia resistir? Mas Don não desistiria. “Você tem que conhecer esses caras e o irmão mais novo de Hopper”. Como eu era mais velho que os outros eu já conhecia Heavy Metal antes do surgimento do Death Metal, minha primeira banda foi com Don Hopper que é o irmão mais velho de Eric Cutler. Eu me lembro de Eric tentando entrar na garagem para nos ver tocar e ele era rapidamente mandado para casa. Heavy Metal não era um lance para um garoto pequeno. É engraçado com as coisas acontecem. Tragicamente Don morreu algumas semanas antes de eu entrar para o Autopsy. Eu sempre me senti afortunado por ter me envolvido com Chris e Eric e eu devo tudo isso a meu grande amigo Don Chandler. Obrigado Don, e aqui vai para você meu amigo, D.C. Rocks Motherfucker.

P :
De quê você se lembra das gravações das atualmente infames demo tapes?

Chris: Crueza, peso, juventude e mau humor. Eles tiveram origem num estúdio, na cidade de Danny, em 1987 e 88. O mesmo estúdio em que o Death gravou sua demo “Mutilation”. Um lugar bem improvável para gerar esse impiedoso ataque de zumbis.

P :
Alguma festa ou show memoráveis?

Chris: Nossos primeiros dois shows foram numa antiga pista de boliche chamada “Vogue Lanes”. As pistas estavam fechadas por uma parede e tivemos alguns shows lá, as bandas tocando em frente a essa parede. Eram Sadus, Hexx e Autopsy contra o mundo. Depois de tocar íamos para trás da parede para fumar baseados e ficar jogando velhas bolas e pinos de boliche, ficávamos prontos para nos esconder quando os policiais chegavam. Houve muitas outras baladas insanas, mas esse foi um bom começo.

P :
Como foi a assinatura do contrato com a Peaceville Records? Houve outras ofertas?

Chris: Naquele tempo quando a troca de tapes era sangue nas veias do metalheads eu troquei demos com Jeff do Carcass, que por sua vez falou sobre nós a Hammy da Peaceville, que então nos ligou e ofereceu um negócio. Nem precisa falar que caímos de cabeça e planejamos um álbum completo. Tivemos uma oferta de outra gravadora, Metal Other. Basta de falar sobre eles.

P :
Como Steve Giorgio se uniu ao Autopsy para o Severed Survival?

Chris: Éramos bons amigos da galera do Sadus e éramos sempre aniquilados pelo baixo incrível de Steve D’s. Quando chegou a hora de gravarmos o Severed Survival nós estávamos sem baixista e então perguntamos a Steve se ele nos agraciaria com um pouco de sua habilidade. Ele topou, aprendeu as músicas num piscar de olhos e as levou a outro nível de brutalidade.

P :
De quê você se lembra da gravação do Severed? Quanto tempo levou?

Chris: Nós gravamos o Severed em quatro dias em meio a uma nuvem de fumaça. Não me lembro de muita coisa. Deve ter sido divertido. Alguns anos depois o estúdio foi assaltado e depois fechou. Você poderia dizer que ele ficava numa parte bem tosca da cidade, como os outros lugares em que ensaiávamos e tocávamos.

P :
Qual foi o lance com a duas capas diferentes para o disco?

Chris: A primeira foi feita por Keith Mathieu. Adoramos o trabalho que ele havia feito para o Hexx e o chamamos para fazer o Severed. Ficou uma verdadeira obra prima doentia cósmica. Aparentemente a Peaceville estava escutando merda pela capa ao ponto de quererem uma alternativa. Até onde nos preocupa quanto mais arte melhor. Então eles chamaram Kev Walker para fazer outra capa. Nós demos a ele uma idéia de nosso amigo Spike e daí saiu outra obra prima de horror. Ambas as capas são excelentes.

P :
O Autopsy fez algumas turnês com o Severed Survival. Alguma estória, memórias ou loucuras etílicas?

Chris: Fizemos duas turnês européias com o Severed. A primeira foi junto com Pestilence, Bolt Thrower até a metade,depois o Morgoth substituiu BT na segunda metade da tour. Eu tenho que dizer que essas bandas não são apenas matadoras musicalmente mas também faziam uma balada infernal durante as viagens. Estamos falando sobre bebedeiras sérias. Numa festa na Alemanha o hotel ficou lotado de fãs bêbados. No salão, nas mesas, no banheiro. A segunda turnê foi com o Paradise Lost. Foi um pouco diferente da anterior, mas fizemos o melhor que pudemos para termos bons momentos e comemos muitos enroladinhos de queijo. Uma das coisas mais interessantes de viajar pela Europa era como fazer para acionar a descarga dos banheiros. Seria um botão? Um pedal? Um cordão? Uma maçaneta? Algumas vezes você era obrigado a sair deixando sua merda lá até que alguém o ensinasse como se fazia para mandá-la embora. Foi também nosso privilégio ensinar os europeus a fumarem em latas de refrigerante.

P : Qual foi o aspecto mais interessante dessa época da banda?

Chris: Tudo era fresco, como vermes na face de um zumbi, tudo era novo e excitante. A lei era tocar rápido, alto, feio e pesado. Demos! Zines! O Death Metal era bem underground e isso o fazia muito especial. Havia muitas bandas nascendo, esperando por sua vez para detonar.

P :
Algum comentário sobre o CD bônus da nova edição de Severed?

Danny: Tocar com o Autopsy novamente... tocar com Eric Cutler novamente, puta merda eu pensei. Nós conseguiríamos recriar a brutalidade que foi o Autopsy? Pois essas reuniões de bandas me parecem tentativas de resgatar glórias passadas. De fato quando trouxemos as músicas para a mesa, a criatura Autopsy começou a manipular e transformar nossas idéias em duas músicas novas. Eu acho que você concorda que elas são tão brutais como o Autopsy sempre foi. A criatura vive.

Chris: Nós estávamos pensando como é louco o fato de que o Severed Survival vai fazer 20 anos. Santo Hellhammer, como isso foi acontecer? Nos reunimos com a Peaceville e decidimos fazer esse lançamento especial com um cd bônus cheio de coisas antigas. Para isso eu cavei profundamente na câmara de segurança hermeticamente fechada (leia-se caixa de demo tapes) para selecionar as melhores versões de todas as canções do Severed menos Impending dread (só porque eu ao consegui encontrar uma versão decente dela). Christ denied tinha somente a música, mas ainda soava pesada e é um pedaço interessante de nosso quebra cabeça ulceroso. Nosso primeiro baixista Eric Eigard tinha alguma letras mas ele não ficou tempo bastante por perto para fazermos algumas músicas. As únicas frases de que me lembro era “spiritual pipedream incompetent” (algo como – banalidade espiritual incompetente ) e “churches set ablaze” (igrejas pegando fogo). Também foram incluídas versões de duas músicas da demo tape, Mauled to death e Human genocide que não foram incluídas no Severed.

TRADUÇÃO LIVRE : PEDRÃO

terça-feira, 5 de outubro de 2010

AUTOPSY - THE TOMB WITHIN EP (2010)

AUTOPSY
EUA
ESTILO : DEATH METAL

NOVO EP DO AUTOPSY COM 5 SONS. UM DEATH METAL VIGOROSO E BRUTAL JORRA PELOS FALANTES INSULTANDO VIZINHOS E RELIGIOSOS EM GERAL. MUITO BOM!!


domingo, 21 de dezembro de 2008

AUTOPSY - MENTAL FUNERAL (1991)

AUTOPSY
EUA
ESTILO : DEATH METAL

CLÁSSICO DO DEATH METAL, TINHA ISSO EM K7 QUE FOI MOÍDA DE TANTO OUVIR. PUTA SOM MACABRO E COM LEVADAS ULTRA-VELOZES. A BANDA TEM VÁRIOS OUTROS REGISTROS, INCLUSIVE UM AO VIVO DE 2004 (VOU TENTAR DESCOLAR PARA POSTAR AQUI). RECOMENDO AOS FÃS DE SOM EXTREMO, OLD SCHOOL DEATH METAL E LUNÁTICOS EM GERAL. PERFEITO PARA OUVIR APÓS A MISSA DE DOMINGO AS 8!!! (ENQUANTO ESQUARTEJA O PADRE)